Afinidades afetivas

Antonio Miranda entra com essa escultura hiper-realista como parte do público, passando despercebido pela segurança, deixando-a no 2º andar da Bienal de São Paulo de 2022. Ao camuflar a arte no fluxo da multidão, a obra tensiona a invisibilidade e o abandono. Um exercício sobre como o sistema e a sociedade enxergam — ou deixam de enxergar — o que lhes é incômodo.

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